Veja como funcionam as categorias A, B, C e D no paraquedismo após o curso AFF.
A evolução no paraquedismo passa por etapas que ajudam o atleta a desenvolver técnica, autonomia e segurança.
No paraquedismo, a jornada de quem deseja saltar de paraquedas de forma independente costuma começar com o curso AFF. Depois dessa formação inicial, o praticante passa a evoluir por categorias que indicam seu nível de experiência, conhecimento técnico e domínio no esporte.
Depois do curso AFF, o aluno deixa de viver apenas a experiência guiada e começa uma fase de progressão esportiva. Esse caminho envolve registrar saltos, praticar manobras, melhorar pousos, aprender sobre navegação com velame e desenvolver mais consciência em queda livre.
De acordo com a CBPq (Confederação Brasileira de Paraquedismo), todo paraquedista possui uma categoria: AI, que significa aluno em instrução, e as categorias A, B, C e D, que classificam o atleta conforme critérios técnicos e quantidade de saltos.
Para obter a categoria A, a CBPq indica que o aluno em instrução deve ter se graduado com aproveitamento no Programa AFF, realizar no mínimo 25 saltos, acumular pelo menos 10 minutos de queda livre e concluir a folha de progressão da categoria.
Também fazem parte dos requisitos pousos dentro de alvo, inspeção obrigatória do equipamento, revisões de procedimentos de emergência, curso de dobragem, prova escrita e testes de habilidade em queda livre.
Na prática, a categoria A marca a transição entre aluno em formação e atleta iniciante. Ainda há limitações, mas o praticante já começa a construir independência dentro do esporte.
A categoria B indica um atleta mais experiente, com mais saltos registrados e maior domínio técnico. Essa categoria exige no mínimo 50 saltos, 40 minutos de queda livre, habilidade para entrar em formação, pousos em pé dentro de 20 metros do ponto previsto em 15 saltos e preenchimento da folha de progressão de controle de velames.
Além disso, entram treinamentos específicos, como pouso em obstáculos, pouso em superfícies líquidas e saltos noturnos.
Esse avanço mostra que o praticante já não está apenas repetindo procedimentos básicos. Ele começa a lidar melhor com diferentes cenários, aprende a planejar saltos com outros atletas e passa a ter mais responsabilidade sobre sua própria performance.
Para quem acabou de aprender a saltar de paraquedas sozinho, essa etapa reforça algo essencial: evoluir no esporte não depende apenas da quantidade de saltos, mas da qualidade do aprendizado em cada um deles.
A categoria C já aponta para um nível bem mais consolidado. A CBPq apresenta como requisitos mínimos 200 saltos, duas horas de queda livre, pousos em pé dentro de 10 metros do ponto previsto em 10 saltos e habilidades em formações com outros paraquedistas ou em voo vertical. Também há exigências relacionadas a grandes altitudes, controle de velames e treinamento sobre velames elípticos.
A categoria D é o estágio mais avançado entre as categorias. Para chegar a ela, há um requisito mínimo de 500 saltos, seis horas acumuladas de queda livre e demonstração de habilidades avançadas, além do preenchimento da folha de progressão de controle de velames.

A progressão no paraquedismo não precisa ser vista como uma corrida. Cada salto traz uma oportunidade de melhorar postura, controle, leitura do vento, pouso, comunicação e planejamento.
Para quem começou pelo salto duplo e deseja dar o próximo passo, o curso AFF pode abrir caminho para uma jornada esportiva completa. Já para quem concluiu o curso, as categorias A, B, C e D ajudam a entender quais habilidades ainda precisam ser desenvolvidas.
Na Sky Company, o praticante encontra uma estrutura preparada para quem deseja viver o paraquedismo com segurança, orientação e evolução constante. Agende seu salto para começar sua trajetória no esporte.